Peter Parker aparecerá com novo traje em Homem-Aranha: Longe de Casa

Fotos sugerem que Peter Parker aparecerá com um novo traje em Homem-Aranha: Longe de Casa. Além do traje moderno que recebeu de Tony Stark em Capitão América: Guerra Civil, o spider agora parece ter adotado um traje com nuances pretas.

Fotos no set de gravação em Nova York dão conta de que Tom Holland, já em fase final de gravação de Homem-Aranha: Longe de Casa, aparecerá na película com uma fantasia com um esquema de cores um pouco diferente do clássico.

O novo traje remete ao do Homem-Aranha Superior (quadrinhos), mas não parece fazer total referência ao mesmo, a não ser pela maior tonalidade do preto no uniforme.

Há também um emblema de aranha branca nas costas deste novo traje. Isso vai lembrar muitas pessoas do novo jogo Spider-Man (PS4), embora, mais uma vez, a Marvel Studios não tenha confirmado nenhuma referência a respeito.

*Créditos da foto em destaque: Just Jared

Você pode ver mais fotos, imagens adicionais e vídeos de Just Jared através do Instagram usuário: comicgodz.

Veja também: Punho de Ferro é a primeira série da Marvel cancelada pela Netflix

Punho de Ferro é a primeira série da Marvel cancelada pela Netflix

Netflix rompe com a série Punho de Ferro após duas temporadas. A gigante do streaming confirmou que a série não retornará para uma terceira temporada. Após acertos internos, a Netflix anuncia que não renovará com a Marvel para uma terceira temporada. Punho de Ferro é a primeira série da Marvel a ser cancelada pela plataforma.

“O Iron Fist da Marvel não retornará para uma terceira temporada na Netflix”, disse a Marvel Television e a Netflix ao Deadline em um comunicado conjunto. “Estamos agradecidos aos fãs que assistiram a essas duas temporadas e à parceria que compartilhamos nesta série. Enquanto a série na Netflix termina, o Imortal Punho de Ferro vai continuar vivo ”.

Rumores dão conta de que a série poderá ser continuada na plataforma da Disney/Marvel, o Hulu.

“A Revolução dos Bichos” e a ambição pelo poder

Até onde o ser humano pode chegar para alcançar o poder?
Em A Revolução dos Bichos, George Orwell sintetiza de maneira simples e didática o que há de mais egoísta e ardiloso no comportamento humano. O livro evidencia em forma de sátira os desmandos abusivos do regime autoritário do governo socialista soviético à época da segunda grande guerra.

Mais do que um clássico, A Revolução dos Bichos é um livro atemporal. Orwell evidencia quanto manipulável é uma sociedade sem instrução e o quão perigosa e corrupta pode se tornar a minoria detentora do poder.

A história

A Granja do Solar, de propriedade do Sr. Jones é o cenário central da história. Major, um dos porcos mais antigos na granja, reune os animais e, com seu discurso inflamado, consegue convencê-los a rebelarem-se contra os humanos. Sobretudo, contra o Sr. Jones.

Major partilha com os outros animais um sonho que tivera e os inflama à revolta, sob o pretexto de livrar todos da submissão ao humano.

Cansados e com raiva do senhor Jones, os bichos discutem, arquitetam um plano e por fim conseguem expulsar o homem da fazenda.
Ali começava A Revolução dos Bichos.

Animais mais instruídos que os demais, os porcos logo passaram a liderar o movimento. Com a morte do porco Major logo no início da trama, Bola-de-Neve, outro porco e também líder da revolução, passa a comandar a granja, junto com Napoleão.

Apesar de todos os bichos almejarem o mesmo objetivo, a obra evidencia constantes impasses, confusões e discordância no decorrer da história.

Um dos maiores desentendimentos é sobre a construção de um moinho, ideia de Bola-de-Neve. Napoleão declara-se contra tal obra e, num só golpe, consegue expulsar Bola-de-Neve da granja e declara-o traidor para sempre.

Após conseguir convencer os bichos a rebelarem-se contra Bola-de-Neve, Napoleão revela-se autoritário, egoísta e vaidoso. Os demais animais, apesar de notarem a mudança, não conseguiam discernir com clareza o que estava por acontecer.

Napoleão passa a conduzir a granja com “mãos de ferro”. A postura autoritária e seu egoísmo estavam cada vez mais evidentes. Cães raivosos o acompanhavam no intuito de intimidar quem andasse “fora da linha”.

Os bichos, apesar de trabalharem e trabalharem, percebem que a comida está mais escassa. A ordem é para que eles construam o moinho. Cansados e fracos, os animais acatam as ordens e o finalizam.

Com a construção do moinho a granja cresce, mas os resultados não são tão bons para os animais. Exceto para Napoleão e seus asseclas.

Aproveitando-se da inércia de todos, o porco usa abusa de utensílios humanos, que, por convenção, eles prometeram não usarem.

Tempos mais tarde, os porcos decidem que devem morar na Casa Grande, a casa onde morava o senhor Jones. Isso causa indignação coletiva nos demais animais, que se reúnem para debater sobre o assunto.

No entanto, já era tarde para que os bichos conseguissem reivindicar alguma coisa. Além do que eles estavam debilitados demais fisica e intelectualmente para pensarem em soluções.

Por fim, os porcos brindam junto aos humanos, numa celebração onde já não mais se distingue quem é porco e quem é homem.

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A leitura pode ajudar você a se sentir menos solitário, de acordo com estudo

Um estudo de 2011 descobriu que a leitura de ficção pode aliviar a solidão. Dois pesquisadores da Universidade de Buffalo, Shira Gabriel e Ariana F. Young, descobriram que “as narrativas aliviam a solidão ao fornecer uma identidade coletiva que é facilmente assumida e psicologicamente recompensadora”. Veja o que aconteceu nesse estudo.

Publicado em uma edição de 2011 da Psychological Science como “Tornando-se um vampiro sem ser mordido: a hipótese narrativa de assimilação coletiva”, o estudo de Gabriel e Young examinou como 140 estudantes universitários responderam a seleções de leitura de Crepúsculo, Harry Potter e a Pedra Filosofal. (Além de desenvolver repentinamente uma identidade muito forte como “Lufa-Lufa” ou “Corvinal.”) Depois de fazer uma avaliação para “medir sua tendência a satisfazer a necessidade de pertencer a laços coletivos e relacionais” – A.K.A. grupos sociais – os alunos recebiam o capítulo 13 de Twilight ou os capítulos 7 e 8 de Sorcerer’s Stone para ler por 30 minutos.

Os participantes então completaram um Teste de Associação Implícita (IAT) para ver o quão fortemente eles se identificaram com vampiros ou magos depois de lerem os romances YA. Gabriel e Young descobriram que os alunos que “tendiam a satisfazer suas necessidades de pertencimento através de coletivos” eram mais propensos a se identificar com os personagens de Crepúsculo, Harry Potter e a Pedra Filosofal.

Então, como a leitura alivia a solidão? Basicamente, imitando os efeitos da socialização com um grupo e fornecendo uma identidade coletiva, de acordo com Gabriel e Young.

“Embora pesquisas anteriores tenham descoberto que a leitura dessas narrativas aliviam a solidão”, escreveram os pesquisadores, “nenhum mecanismo específico para essa ação foi identificado. A pesquisa atual sugere que as narrativas aliviam a solidão ao fornecer uma identidade coletiva que é facilmente assumida e psicologicamente compensadora”.

Claro, ninguém está sugerindo que você deve substituir todos os seus amigos por livros – a menos que você tenha amigos muito ruins, caso em que você definitivamente deveria passar mais tempo com Ron e Hermione até ter amigos que correspondam ao nível de lealdade deles.

O que o trabalho de Gabriel e Young nos mostra é como atividades solitárias como ler, assistir filmes ou jogar videogame para um jogador podem proporcionar aos indivíduos introvertidos, como o Yours Truly, a mesma satisfação que as interações interpessoais. Se isso for verdade, então ler um bom livro também poderia ajudar os extrovertidos que são impedidos de ver seus amigos, por qualquer razão, a lidar com o isolamento.

“O prazer de se imergir em narrativas não é surpreendente ou novo para quem já teve a sorte de se perder em um bom livro”, escreveram Gabriel e Young. “No entanto, a pesquisa atual sugere que os livros dão aos leitores mais do que uma oportunidade de se desligar e se submergir nos mundos de fantasia. Os livros proporcionam a oportunidade de conexão social e a calma feliz que vem de se tornar parte de algo maior do que a própria pessoa. , fugaz momento.” Você não precisa ser um amante de livros para entender como isso é fantástico, então pegue um livro e leia: Poderia literalmente melhorar sua saúde mental.

O tributo de John Green a Esther Earl – que inspirou “A Culpa é das Estrelas” – é emocionante

Na manhã da última sexta-feira, 03, John Green twittou uma homenagem a Esther Earl, a garota que inspirou A Culpa é das Estrelas, e é uma maneira absolutamente impressionante de lembrar a jovem.

Diagnosticada com uma forma avançada de câncer de tireóide aos 12 anos de idade, Esther Earl era Nerdfighter e membro da Aliança Harry Potter. Ela já era fã dos livros de Green quando o conheceu no LeakyCon em 2009, e os dois conversaram on-line na comunidade Nerdfighter. Depois de um encontro pessoal, Earl e Green se tornaram bons amigos. Em 2010, Green postou um vídeo no YouTube encorajando as pessoas a votarem com Esther em um concurso. O prêmio foi uma doação de US $ 250.000, e a efusão para Esther recebeu tantos votos que o prêmio foi para a Harry Potter Alliance, uma organização sem fins lucrativos fundada em Somerville que promove os esforços de direitos humanos, alfabetização e ajuda humanitária .

Earl morreu em 25 de agosto de 2010, depois de ser internada no Hospital Infantil de Boston. Ela tinha 16 anos de idade. Green, que celebrou seu 33º aniversário um dia antes da morte de Earl, lançou um vídeo chamado “Rest in Awesome, Esther” em 27 de agosto de 2010.

Green twittou “Feliz Dia da Esther” na sexta-feira, observando que sua homenagem pretendia satisfazer o desejo de Ester de que outros “lembrassem seu aniversário com uma celebração de amor entre a família e os amigos”. O autor também observou que sexta-feira teria sido o 24º aniversário da sua falecida amiga.

Esther estaria – deveria ter – 24 anos hoje, navegando pelas águas traiçoeiras do início da idade adulta. Eu sinto falta dela, como muitas pessoas fazem. Mas eu também vejo seu trabalho e amor continuando com sua família e @tswgo. Sou grato a eles e a todos que compartilham amor em Esther Day.

O tweet de sexta-feira não foi a primeira vez que Green lembrou Earl. Em 2014, ele escreveu: “Esther inspirou a história no sentido de que minha raiva após a morte me levou a escrever constantemente. Ela me ajudou a imaginar os adolescentes mais empáticos do que eu acreditava, e seu charme e inspiração o romance também, mas o caráter de Hazel é muito diferente de Esther, e a história de Hazel não é de Ester. A história de Ester lhe pertenceu e, felizmente para nós, ela era uma escritora extraordinária, que nessas páginas conta essa história lindamente.

Um artigo de 2014 que a irmã de Earl, Evangeline Earl, escreveu para The Washington Post citou Green dizendo: “É difícil isolar porque [eu me tornei amigo de Esther], mas eu nunca gostei tanto de um adolescente – pelo menos não desde que eu era adolescente. Ela foi muito legal, no melhor sentido da palavra. Ela nunca me fez sentir desconfortável.”

O livro de Earl, This Star Won’t Go Out, foi publicado postumamente em 2014.

O jovem não gosta de ler ou a literatura não mais fascina essa geração?

O jovem no Brasil lê pouco, isso é fato. Pesquisas mostram ano após ano que apesar de um, ainda que tímido, mas gradual aumento nos índices de leitura entre brasileiros, os números ainda são bem abaixo das expectativas. Mas será que o jovem brasileiro não gosta de ler textos literários?

Segundo o último levantamento do Instituto Pró-Livro, o brasileiro lê em média 2,43 livros por ano. O estudo revelou ainda que pelo menos 30% da população nunca comprou um livro.

A pesquisa apontou ainda apontou que leitores no Brasil representam 56% da população. As mulheres são maioria: 59% são leitoras, enquanto entre os homens 52% são leitores. Mas quem mais lê no Brasil hoje são os jovens entre 18 e 24 anos.

O jovem gosta de ler?

Em outro estudo do Pró-Livro, constata-se que 80% dos jovens com idade entre 11 e 17 anos leem para cumprir tarefas escolares. Do total, a grande maioria acha tedioso ter que ler e diz que o fazem por obrigação.

O estudo aponta ainda que, de um total de 24,3 milhões de jovens na mesma faixa de idade, estima-se que 6,5 milhões não leram nenhum livro em um período de 3 meses.

Na contramão desses números, segundo a pesquisa, 4,8 milhões de adolescentes leem literatura porque gostam.

As bibliotecas

Para alguns especialistas, o número de bibliotecas no Brasil também é um dos fatores para esse baixo índice de leitura.

Segundo o IBGE, o Brasil possui uma biblioteca púbica para cada 30 mil habitantes, em média. Nos Estados Unidos, a proporção é de 1 para 19 mil. Na República Tcheca, que tem o melhor índice do mundo, a proporção é de 1 para cada 1.970 habitantes.

A leitura na era digital

Com a expansão em grande escala da digitalização, os jovens têm cada vez mais acesso à leitura. Mas isso não necessariamente significa um aumento da leitura de textos literários entre esse grupo.

Para alguns especialistas, a digitalização pode oferecer bons e ruins resultados. Isso porque, uma vez que o jovem tem acesso a uma gama muito abrangente de conteúdo, ele pode simplesmente não filtrar bons conteúdos e acabar ficando preso ao que mais entrete do que educa.

Como bem disse em matéria ao jornal Gazeta do Povo, Maria Ângela Borges Salvadori, Doutora em Educação e professora da Universidade de São Paulo (USP):

“Na internet, jovens e adultos acessam conteúdos bons e ruins, mas se bem orientados, podem ler livros riquíssimos, de qualquer lugar e no ritmo que considerarem melhor. Porém, se não tiveram uma boa formação para leitura na infância, se não aprenderam a ler por prazer, irão ler superficialmente na Internet e buscar bobagens”.

Protagonismo jovem

Alguns estudiosos mais otimistas apostam num crescente protagonismo jovem no mundo da literatura. Para eles, o grande sucesso de escritores focados nesse público evidencia a constatação de que os jovens estão lendo cada vez mais.

Mas escrita literária ainda seduz os jovens? Sim, ainda seduz. O grande problema do mundo literário na atualidade, talvez decorra do declínio qualitativo do que é oferecido aos jovens. Atualmente, em alguns meios de influência, há uma exacerbada valorização da má literatura. A literatura clássica, empolgante e rica está cada vez mais perdendo espaço para o que é, segundo o mercado, “mais vendável”.

6 motivos pelos quais Extraordinário é um livro extraordinário

Extraordinário foi um livro lançado em 2013 pela editora Intrínseca e em 2017 ganhou seu filme. Conta a história do menino August Pullman, o Auggie. Ele nasceu com uma síndrome genética que o deixou com o rosto deformado. Devido a isso Auggie passa a frequentar a escola apenas aos 10 anos, a partir daí ele tem uma nova “missão”: convencer seus colegas que apesar a aparência diferente, ele é um garoto igual a todos.

Com tantas opções de livros que temos fica um pouco difícil escolher qual será a próxima leitura ou qual próximo livro comprar.

Nesse post vou te dar 6 motivos para sua próxima leitura ser Extraordinário da autora R. J. Palacio.

1. Inspirado em uma história “real”

A autora R. J. Palacio contou em uma entrevista que a inspiração para escrever Extraordinário veio após presenciar a reação dos seus filhos ao ver uma menina com deformidade facial. Ela acha importante que as pessoas parem de reagir de um modo que machuque os sentimentos do outro.

2. Extraordinário é um livro que vai te tornar uma pessoa melhor

Se eu tivesse que descrever esse livro em duas palavras seriam EMPATIA e GENTILEZA. Ao ler esse livro percebemos o quanto, às vezes, não levamos em consideração o sentimento do outro.

“Se tiver que escolher entre ter razão e ser gentil. Escolha ser gentil.”

3. É uma leitura para todas as idades

Com a narrativa fácil de ser entendida e personagens cativante, Extraordinário consegue encantar crianças e adultos.

4. A leitura não é cansativa

O livro é narrado pela perspectiva que Auggie, seus amigos e seus parentes. Levando o leitor a se apaixonar por cada um deles, de modo que, quando acabar o livro você terá vontade de abraçar todos.

5. Várias frases inspiradoras e motivacionais

O livro é repleto de frases que motivam qualquer um, daqueles que te faz dar uma pausa na leitura para refletir um pouco sobre o que acabou de ler.

6. Faz o leitor sentir um misto de emoções

E for fim, Extraordinário vai te arrancar vários sorrisos e te deixar com os olhos cheio de lágrimas. Ao final da leitura, você vai se sentir como um velho amigo de Auggie.

 

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*Foto: Reprodução/Instagram Ed. Intrínseca

HEX: Leia gratuitamente os 3 primeiros capítulos

Olhos costurados e correntes nos braços. É assim que Katherine Van Wyler, a bruxa de Black Spring, aparece nos lugares mais improváveis, sussurrando a morte para quem chega perto o suficiente para ouvi-la. Os habitantes, então, controlam os passos da criatura através do HEXapp, um aplicativo desenvolvido para garantir que ela não seja revelada para os forasteiros.

HEX mistura o lado mais clássico das histórias de bruxas com um terror moderno, escrito pelo holandês Thomas Olde Heuvelt.

HEX Sinopse

“Um jovem escritor vive em uma pacata cidade da Holanda, cercado por uma densa floresta. Os caminhos que ele precisa percorrer entre as folhas, moinhos e lagos o inspiraram a criar uma história macabra que, com sua originalidade e solidez, conseguiu tocar os corações assombrados dos mestres Stephen King, Joe Hill e George R.R. Martin. O terror holandês chega ao Brasil com Thomas Olde Heuvelt. Toda cidade pequena tem segredos. Mas nenhuma delas é como Black Spring, o pacato vilarejo que esconde uma bruxa de verdade do resto do mundo. Os moradores sabem que não se deve mexer com ela. Assim como aconteceu com as bruxas de Salem, Katherine Van Wyler foi condenada à fogueira. Mas a feiticeira sobreviveu e continua rondando a cidade, mais de trezentos anos depois. Com costuras em seus olhos e correntes nos braços, Katherine aparece nos lugares mais improváveis quando bem entende, sussurrando a morte para quem chega perto o suficiente para ouvir. Assim como a Morte Vermelha, de Edgar Allan Poe, ela enfeitiçou a alma da cidade de forma que escapar não é uma opção: quem se afasta demais tem a mente invadida por pensamentos suicidas, e muitos não retornam para contar a história. Os habitantes de Black Spring controlam os passos da bruxa 24 horas por dia através de um aplicativo de celular desenvolvido especialmente para garantir que a bruxa não seja revelada para os Forasteiros. A vigilância constante aumenta o clima de paranóia na cidade, enquanto um grupo de adolescentes desafia as regras e resolve provocar a bruxa para ver se ela é tão perigosa quanto dizem.”

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