Uma criança que lê será um adulto que pensa

Transmitir o hábito da leitura a uma criança é uma das maiores heranças que alguém pode oferecer à sociedade. Pesquisas mundo afora comprovam que uma criança que lê adquire, com o passar do tempo, um pensamento amplo e crítico em relação à sociedade que a cerca. Ler proporciona o estímulo das conexões cognitivas de pensamento, fortalecendo o poder de pensar de forma coerente e coesiva.

Narrar histórias para os filhos ainda bebês estimula o desenvolvimento e comportamento deles para o resto da vida. Uma vez que, é na faixa etária de 0 a 3 anos que uma pessoa forma seus comportamentos. Ler abre as portas do conhecimento e da imaginação, e uma criança que lê, adquire desde cedo um bom grau de conhecimento. O quanto antes começar, mais rápido os benefícios virão.

Ler para seus filhos ou irmãos mais novos é altamente benéfico. Além de aproximar ambos por razões de afinidade, ainda estimula a imaginação da criança e amplia a percepção lúdica, tornando-o um adulto criativo e perspicaz.

Entretanto, falar de leitura na infância exige cuidados redobrados, e é para muitos um assunto delicado. O tópico é de extrema importância e toda cautela é válida ao falarmos sobre isto, pois trata-se de um assunto de extrema importância social, uma vez que, iremos falar de questões educacionais, e educar pessoas é algo que não admite erros.

É importante salientar que, a leitura tem que se tornar uma atividade prazerosa, para que, dessa forma, possa ser melhor absorvida e haja um interesse maior por parte dos pequenos. Atividades e jogos educacionais os auxiliam a adquirir gosto pelos assuntos literários e podem ser grandes aliados no combate à falta de interesse dos mesmos.

Pais que incentivam = criança que lê

Atualmente, o maior desafio dos pais é conseguir diminuir o interesse súbito dos filhos pelo mundo digital e transformá-los em leitores. Essa transição deve ser feita com muito cuidado e não pode ser algo abusivo à criança. Pode-se, por exemplo, estabelecer um tempo e horário para cada atividade diária; seja ela: estudar, ler, brincar ou jogar. Dessa forma, eles vão adquirindo disciplina e noção de responsabilidade.

Lembrando mais uma vez que a prioridade é fazer com que a leitura se torne algo prazeroso e não massante. A flexibilidade do adulto é imprescindível nessa empreitada. Junto, claro, com a dedicação e a persistência.

Algumas dicas para os pais:

1. Atentar para a criança não relacionar o ato de ler com algo chato. É importante construir sempre um ambiente propício ao encantamento dos pequenos, pois isso faz com que eles se interessem mais pela leitura.

2. Separe um determinado horário do dia para, pelo menos, uma leitura de 30 minutos junto com seu filho. Isso o fará relacionar a leitura como um acontecimento cotidiano e importante.

3. Analise dentre as histórias, as que mais chamam atenção da criança e busque mais livros relacionados ao tema/assunto. Isso proporcionará uma leitura mais satisfatória, já que o assunto é de interesse dele.

4. Troque livros com seu filho: se você tem algum livro que, de alguma forma, tem conteúdo propício à uma criança, tente trocá-lo com seu filho.
A troca de experiências é importante: fale sobre o seu livro e peça para que ele fale sobre o dele. Ouça o que a criança tem a dizer, veja os anseios e valorize a crítica dela. Se possível, complemente o que ela disse.

5. Periodicamente, peça-lhe que discorra sobre algum livro lido. Isso o ajudará a adquirir uma boa memória, uma vez que, ele tentará lembrar o máximo possível dos fatos transcorridos na trama, explicitá-los e explicá-los da maneira mais detalhada possível.

6. Acompanhe o que seu filho está vendo na escola. Isso é importante, pois assim você poderá acrescentar na leitura dele coisas relacionadas à matéria da escola. Isso o fará ter um melhor desempenho prático nas aulas. Criança que lê na escola, adquire mais fácil o hábito da leitura.

Importante

Um tópico importante é que sempre é indispensável a consulta prévia a um profissional da educação. Ele poderá assistir e orientar de forma objetiva e retilínea, como proceder em cada caso.

Se ainda assim a criança estiver com dificuldade em ler deve-se ficar atento a alguma possível patologia clínica, como: problemas de vista, déficit de atenção, entre outros.