Top 3 livros que me fizeram chorar

Alguns livros são tão emocionantes, que fazem com que a gente se sinta parte da história também. Se o personagem sofre, sofremos juntos. Se tem final feliz, a gente fica feliz como se fosse um amigo nosso. O post de hoje é um dica de três livros tão lindos e emocionantes que fazem muita gente chorar.

Preparem os lencinhos!

1. Como eu era antes de você – Jojo Moyes

Neste livro vamos conhecer a história de Louisa Clark. Ela tem 26 anos, mora com os pais e de repente se vê sem rumo quando perde o emprego de garçonete que tinha no café da sua cidade. Lou não tem muitas qualificações (mas é um amor de pessoa), logo ela consegue um trabalho como cuidadora de um tetraplégico chamado Will Traynor. Will tem 35 anos, é inteligente, rico e super mal-humorado, pois não aceita seu atual estado, que é ficar preso numa cadeira de rodas dependendo de todos para fazer até as coisas mais básicas. Antes Will era bastante ativo, praticava esporte, fazia viagens, mas depois do acidente que o deixou tetraplégico ele não vê mais razões para continuar vivendo, tudo para ele é sem graça e sem vida. Quando Lou chega na casa dele, as coisas parecem mudar e Will aparenta ficar mais feliz. Esse é um romance bem divertido, os personagens são bem construídos e algumas partes do livro são de deixar qualquer um de coração partido e lágrimas escorrendo pelo rosto (ou deixar alguns leitores com muita raiva).

2. A Cabana – William P. Young

Conta a história de Mack e sua família. Durante uma viagem de férias sua filha caçula Missy desaparece. Algumas horas depois a polícia encontra evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. É uma perda dolorosa e mexe muito com Mack, que se afunda numa grande tristeza. Em meio a essa tristeza Mack recebe um bilhete aparentemente vindo de Deus o convidando a voltar ao local do assassinato de sua filha.
O livro trás um questionamento feito por muitos: “Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?”
As respostas vinda de Deus vão mudar a vida de Mack completamente e talvez até a sua vida. É um livro sobre amor, perdão e confiança em Deus.

3. O menino do pijama listrado – John Boyne

Esse é um livro sobre segunda guerra mundial. Foi um dos primeiros livros que eu li sobre o tema e foi muito marcante.
O livro todo é narrado por Bruno, um menino que tem 9 anos. Ele é obrigado a se mudar com sua família da sua espaçosa casa em Berlim para um lugar deserto e sem nenhuma criança para lhe fazer companhia. Agora na sua atual casa, ele consegue ver através da janela do seu quarto uma cerca e por trás dela várias pessoas vestidas num pijama listrado e fica curioso para saber o que está acontecendo. Um dia Bruno resolver brincar de explorador e caminha até onde as pessoas de pijama listrado moram. Nessa andança Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. A partir daí nasce uma amizade linda. Porém o que Bruno não sabe é que seu país está em guerra, que existe uma terrível “Solução Final contra os judeus” e que as pessoas de pijama na verdade são prisioneiros.

Essas são as dicas de leitura para hoje. Se já tiver lido algum livro que tenha deixado seu coração em pedaços, conta nos comentário.

Leia também: #DiaMundialdoLivro: Frete Grátis e até 80% off em livros na Amazon

Resenha: Resistência – Affinity Konar

Livro: Resistência
Autor: Affinity Konar
Número de páginas: 320
Editora: Fábrica231
Onde comprar: Amazon

Resistência é um livro sobre a segunda guerra mundial. Relata a história das irmãs gêmeas, Pearl e Stasha, que juntamente com sua mãe e seu avô são levados pelos nazistas para Auschwitz.
Quando eles chegam no campo de concentração, as gêmeas são separadas da mãe e ficam aos “cuidados” de Josef Mengele, o médico de Auschwitz mais conhecido como Anjo da morte. Mengele pegava as pessoas que lhe chamavam a atenção, como gêmeos idênticos, albinos, anões, e colocavam no campo num lugar em que chamavam de zoológico. Com essas pessoas ele fazia experimentos, nos quais não tinha nenhuma finalidade médica, era apenas para causar dores.

“Para onde quer que olhássemos, havia um duplo, uma idêntica. Todas meninas. Meninas tristes, meninas pequenas, meninas de lugares distantes, meninas que podiam ser do nosso bairro. Algumas dessas meninas estavam quietas, pousavam feito passarinhos em seus colchões de palha e nos examinavam. Quando passamos por elas em seus poleiros, vi as escolhidas, as selecionadas para sofrer certas coisas enquanto suas duplas continuavam intocadas. De quase todos os pares, uma gêmea tinha a coluna defeituosa, uma perna quebrada, um tampão no olho, um ferimento, uma cicatriz, uma muleta.”

Pearl e Stasha são muito unidas e inseparáveis. Elas buscam sempre estar juntas e se apegam as boas memórias do passado para aguentar todo o sofrimento. Mengele faz diversos experimentos com as gêmeas, mas faz com que Stasha acredite que ela é a favorita dele dentre todas as pessoas do zoológico.

A inocência de Stasha faz com que ela acredite nele e permite que ele faça todos os experimentos possíveis nela, crendo que ele não irá machucar tanto sua irmã Pearl. Porém um dia, Pearl desaparece sem deixar nenhuma pista. Stasha fica muito deprimida e querendo se vingar do médico que fez coisas horríveis com elas. Ela pensou até em matar Mengele. Apesar de tudo, ela ainda acredita que a irmã está viva.
O livro é narrado pelas meninas, alguns capítulos pela Pearl e outras pela Stasha. Apesar do livro ser narrado por crianças de 12 anos, não pense que será uma leitura leve. Existe sim a inocência das meninas, mas elas relatam muito bem a tortura que sofreram em Auschwitz.

Emoção a cada parágrafo

Resistência é aquele livro ideal para quem gosta de histórias inspiradas na segunda guerra mundial. É impossível não se emocionar com cada parágrafo. A gente já começa se apaixonando pela capa do livro e termina o último parágrafo com os olhos cheios de lágrimas.

“(…) mas sempre acreditei na capacidade do mundo de se endireitar assim, com um simples ato de bondade.”

Vale ressaltar que Resistência foi inspirado em uma história real das gêmeas Eva e Miriam Mozes. Esse fato torna o livro ainda mais emocionante.

Leia também: Resenha: Cujo – Stephen King

10 trechos de livros marcantes (pra guardar)

Todo leitor tem na memória aqueles trechos de livros que, de alguma forma, foram inspiradores ou que trouxeram alguma reflexão, pois “o livro fala e a alma responde”.
No post de hoje vou compartilhar com vocês alguns trechos que foram marcantes, para você guardar na memória e no coração.

 

1. Faça amor, não faça jogo – Ique Carvalho

“É importante tempo para dizer às pessoas que você as ama, e o quanto você as ama, enquanto elas ainda podem te ouvir.”

2. A menina que roubava livros – Marcus Zusak

“Uma pessoa triste tentando fazer a outra pessoa triste sorrir. Isso se chama amizade, a verdadeira amizade.”

3. Resistência – Anthony Doerr

“(…) mas sempre acreditei na capacidade do mundo de se endireitar assim, com um simples ato de bondade.”

4. A Cabana – William P. Young

“Quando tudo o que conseguimos ver é só a nossa dor, talvez seja aí que perdemos a visão de Deus”

5. Harry Potter e as relíquias da morte – J. K. Rowling

“Palavras são, na minha nada humilde opinião, nossa inesgotável fonte de magia. Capazes de formar grandes sofrimentos e também de remediá-los.”

6. Extraordinário – R. J. Palacio

“Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil.”

7.  A Culpa é das Estrelas – John Green

“Ás vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam.”

8. Para onde vai o amor? – Fabrício Carpinejar

“Obrigar o outro é desamor.”

9. A Cabana – William P. Young

“Bom, às vezes a vida é dura, mas eu tenho muita coisa para agradecer.”

10. As Crônicas de Nárnia – C. S. Lewis

“Quando as coisas vão mal, parece que vão de mal a pior durante certo tempo; mas quando começam a ir bem, parecem cada vez melhores.”

Quer compartilhar algum trecho que te marcou? É só deixar nos comentários.

Leia também: 5 fatos que comprovam que leitores são melhores pessoas

Os preços dos livros no Brasil podem ser usados como argumento para não ler?

Entra ano e sai ano, não é novidade pra ninguém que os índices de leitura no Brasil estão baixos, ou muito baixos. Apesar de os dados apontarem um aumento de 6% no índice de leitores entre os anos de 2011 e 2015 (fonte: Pró-Livro), o número ainda é bastante tímido em relação à média dos países desenvolvidos. O Brasil ocupa apenas o 27° lugar num ranking que mede o tempo de leitura semanal por pessoa. O ranking conta com 30 países. Mas o que pode estar por trás dessa tão alta rejeição dos livros por parte dos brasileiros? 

Entre as desculpas mais usadas pelos brasileiros está a de que os livros vendidos em território nacional são um pouco caros demais. Mas será que o preço dos livros é mesmo um argumento válido para não ler? A resposta é um sólido “não”. É um argumento totalmente refutável, uma vez que, atualmente existem inúmeras alternativas para começar a ler a qualquer momento e de forma gratuita.

Existem ‘N’ formas de ler uma infinidade de livros sem pagar absolutamente nada. As bibliotecas municipais, por exemplo. Estas disponibilizam livros para ler no local ou até para empréstimos, mediante o preenchimento de uma inscrição do interessado. O sistema de empréstimos é totalmente simplificado e ainda dá a possibilidade de o leitor renovar o prazo do empréstimo, caso queira. É importante sempre estar de olho no regulamento da biblioteca para não infringir, mesmo que sem querer, as regras.

Para os que têm acesso à Internet, as possibilidades são ainda mais abundantes. Sites como Domínio Público disponibilizam uma grande parte dos livros de alguns escritores famosos, em PDF e outros formatos digitais, para serem facilmente baixados e lidos em qualquer lugar. 

A Internet como grande aliada

Por último, existem redes sociais e aplicativos onde autores disponibilizam suas obras (ou parte) para leitura gratuita. No seguimento destacam-se o Skoob, Livreto e Wattpad. São locais onde leitores encontram autores e vice-versa. É uma forma válida e eficaz de divulgar o trabalho de escritores ainda desconhecidos, mas com talento de sobra a ser mostrado. Vale a pena conhecê-las.

Os meios alternativos citados estão cada vez mais populares entre os leitores do Brasil. São formas totalmente legais e que realmente funcionam para muita gente. Portanto, o argumento de que os livros são caros é desculpa para esconder o real motivo existente: o desinteresse.

Ler por prazer nos deixa mais felizes e confiantes, afirma estudo

Uma pesquisa realizada no Reino Unido constatou o que a maioria de nós já sabia: ler por prazer é o que nos torna mais felizes. Participaram da pesquisa mais de 2 mil Britânicos em idade adulta. O resultado mostra que, mais importante do que a frequência de leitura é o prazer do indivíduo ao ler um livro de sua escolha.

O estudo foi feito pela instituição britânica Quick Reads (espécie de programa do qual participam adultos leitores) e um departamento de literatura da Universidade de Liverpool. Foram estudados basicamente os hábitos de leitura, frequência e motivação, o critério de escolha dos livros, e também os efeitos da leitura para a vida das pessoas. A pesquisa quis saber ainda qual o personagem de ficção inspirava os participantes.

O estudo teve resultados animadores e indicou que ler o que gosta não só deixa as pessoas mais felizes, como também contribui para o autoconhecimento e autodesenvolvimento. Do total, 27% dos participantes afirmaram que os livros os teriam inspirado a fazer algumas boas mudanças em suas vidas. Alguns até puseram fim em maus relacionamentos, já outros decidiram que procurariam melhores empregos e melhores condições de vida.

Considerações:

Os leitores mais felizes e mais confiantes leem por prazer. No Reino Unido, China, Brasil ou em qualquer lugar do mundo, sem distinção. Inspirar, ensinar e agregar valores são, entre outras, as principais contribuições que os livros trazem para a vida das pessoas. Melhor ainda é quando essas contribuições podem vir acompanhadas do prazer pela leitura. E por quê não? Ler não pode e não deve, em momento algum, ser algo estafante e nauseante, como muitos acham. Afinal, os livros são, não apenas objetos rígidos de papel. Livros são sonhos. E como disse Fernando Pessoa em uma de suas passagens:

“(…) a leitura é uma forma servil de sonhar. Se tenho de sonhar, porque não sonhar os meus próprios sonhos?”

Leitura: em ranking com 30 países, Brasil ocupa a 27ª posição

O Brasil não ocupa um lugar de destaque entre os países mais apreciadores da boa leitura. Isso não é novidade. É notável o nível decadente dos indicadores e pesquisas que medem o quanto os brasileiros consideram importante a leitura nas suas vidas. Segundo pesquisas da agência Nop World, num ranking que mede quanto tempo as pessoas leem por semana, o Brasil está em 27° num ranking de 30 países. Os brasileiros consomem menos leitura até que alguns países vizinhos.

Venezuela, por exemplo, aparece à frente do Brasil. Países como Turquia e Filipinas superam com folga nossos números de leitura. Segundo a pesquisa, no país tupiniquin a média que cada pessoa dedica à leitura de um livro é apenas 5 horas e 12 minutos por semana.

A Índia é o país que mais lê, segundo Nop World. Os indianos dedicam, em média, 10 horas e 42 minutos por semana à leitura de livros. Em seguida vem a Tailândia, onde a média é 9 horas e 24 minutos.

Outras atividades como assistir televisão e navegar na internet são apontadas como ocupações em que os brasileiros dedicam mais horas semanais.

Outro dado no mínimo curioso é que, segundo o Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros), os livros de colorir estão ajudando a salvar o mercado literário do Brasil. Pasmem! Os exemplares têm movimentado milhões de reais por ano. Uma verdadeira mão amiga aos donos de editoras e livrarias.


Educar para crescer

Os dados estão diretamente ligados ao sistema de políticas públicas que é seguido há muito no país. Os brasileiros leem cada vez menos. O Brasil interesses individuais prevalecem sobre os próprios direitos civis. Prevalecem sobre o direito à boa educação. A aculturação do povo é mais interessante (e lucrativa) que a própria alfabetização.

As pessoas parecem ignorar o que as pesquisas há muito gritam nos jornais mundo afora. Não percebem que o que estão lhes roubando não é apenas o poder de questionar, mas também sua dignidade.

A falta de acesso à informação, de certa forma, marginaliza as pessoas. Marginaliza quando as convence de que não são capazes de conseguir o que almejam através da educação. Marginaliza quando atribui a elas a culpa por não terem acesso ou até mesmo incentivo aos meios que forneceriam-lhes a maior das alforrias que alguém pode ter: o conhecimento.

A difícil decisão de abandonar a leitura de um livro

O delicado dilema não muito comum, mas também não tão desconhecido na vida de um leitor: decidir se continua ou não determinada leitura. Afinal, o que leva alguém a abandonar a leitura de um livro?

Os motivos podem ser os mais diversos, pois é algo particular de cada um. Mas só um leitor sabe o quanto é difícil para ele decidir deixar de lado alguma leitura, seja ela qual for.

Muitas vezes pela temática, por achar incoerente, por não se identificar com o modo de escrita ou até por expectativas frustradas ao longo da leitura. O fato é que o motivo sempre é dos mais relevantes ou urgentes. Abandonar a leitura de um livro dói tanto quanto um soco no estômago. E não é exagero.

Preguiça?

Um leitor não abandona um livro por preguiça, falta de tempo ou desinteresse.
Muitos passam dias ou até semanas tentando decidir se continuam ou não. A pergunta que deve ser feita é: o que me acrescentará a leitura de um livro que sequer estou gostando?
Essa pergunta pode ser respondida internamente, fazendo uma análise a respeito da ideia que o livro parece querer passar até aquele momento em que foi lido.

Muitos títulos são extremamente chamativos, com capas muito atrativas e o conteúdo aparentemente bom.
À primeira vista, quando são vistos nas prateleiras proporcionam um encanto quase que instantâneo. Mas os leitores mais assíduos sabem que, na hora de escolher um livro não deve se levar em conta apenas sua linda capa e o visual externo em geral. É essencial analisar bem a sinopse e, se possível, tentar saber mais informações sobre o autor. Essas pesquisas prévias são de suma importância na hora de adquirir um novo livro.

É sabido que sempre houve e sempre haverão escritores medíocres. Muitos nada têm a passar para a sociedade, senão o seu desejo egoísta de se auto-promover. Claro que a literatura é um espaço amplo e que há lugar para todos. Mas isso não significa que qualquer um pode simplesmente achar que é escritor e tentar convencer as pessoas de que seu escrito tem algo relevante, quando na verdade tem apenas um intuito que não é o do bem coletivo.

Por fim, é recomendável que antes de pensar em abandonar a leitura de um livro, dê-se a oportunidade de ser surpreendido. Mesmo com um início massante, às vezes, é no fim das histórias que estão as melhores partes. Livros não são feitos para apenas ocupar um lugar na estante.

Leia também: Cheirar livros: hábito, ritual ou complexo?

Livros baratos: como pechinchar na hora de comprar livros

Aumentar a sua coleção de livros é desejo da maioria dos leitores. Mas com alguns dos preços praticados atualmente no mercado, fica difícil manter a estante sempre atualizada. Diante disso, os leitores, sabiamente, recorrem à outras saídas para, digamos, ‘driblar’ os preços da tabela e conseguir encaixar o valor em seu orçamento de gastos. Mas como comprar livros baratos nos dias atuais?

Veja também: Frete Grátis e até 80% off na compra de livros na Amazon

Pesquisas de preço são importantíssimas para se chegar ao melhor desconto. Uma boa pesquisa pode ser responsável por uma economia que, além de surpreendente, no final das contas, acaba aliviando e muito os bolsos. Portanto, é bom pesquisar bem.

Sem mais delongas, vamos partir para algumas dicas que, certamente, ajudarão a economizar na hora da compra e comprar livros baratos de verdade:

Sites de cashback

Méliuz

O Méliuz é um site brasileiro que já está há 5 anos no mercado. O site tem um sistema de cashback onde as empresas devolvem parte do dinheiro que você usou para comprar determinado produto. Méliuz tem parcerias diretas com lojas como: Saraiva, Americanas, Submarino, Livraria Cultura, entre outras. É livros baratos que você quer? Vale a pena conferir!

Clique aqui para saber mais sobre Méliuz

Cashola

O Cashola funciona basicamente como o Méliuz e também conta com grandes lojas como: Amazon, Saraiva, Americanas, Submarino, entre outros.

Veja mais sobre o Cashola clicando aqui.

Buscapé

O Buscapé é um site que reúne os melhores preços, não apenas de livros, mas também de uma infinidade de outros produtos. O site permite que o consumidor faça uma busca por determinado produto e mostra em um comparativo de preços e disponibilidade, o melhor lugar para a compra.

Sites de cupom de desconto

Existem sites que disponibilizam uma infinidade de cupons de desconto das mais diversas lojas. No seguimento se destacam 1001 Cupom de Desconto e o Black Descontos. Para usar é muito fácil, basta entrar num dos sites (1001 Cumpom de Desconto ou Black Desconto), fazer uma busca pela loja desejada, escolher um cupom que esteja vigente e finalmente usá-lo como quiser. Lojas como a Saraiva, Americanas e Fnac sempre disponibilizam cupons de desconto por lá. É uma boa para quem quer economizar na hora de comprar livros.

Assinar Newsletter

Outra dica importante para uma boa pechincha na hora de comprar livros é não deixar de assinar a newsletter das lojas virtuais. As grandes lojas possuem um serviço de notícias via email, pelo qual enviam informações periódicas a respeito de promoções e descontos. Para assinar é simples: basta localizar a caixinha de assinatura de newsletter no próprio site da loja e preenchê-la com o nome e o e-mail. Pronto! A loja estará autorizada a enviar para você, via email, as promoções e descontos que disponibiliza.

Pesquisas presenciais

As duas últimas dicas ficam por conta da pesquisa feita pessoalmente. Aquela feita quando decidimos ir nos pontos físicos para conferir o que de melhor (e mais barato) as lojas estão disponibilizando. Em primeiro lugar, é importante ir periodicamente nas livrarias físicas. Sim, elas estão sempre ofertando promoções e muitas vezes são “promoções relâmpago” que logo se esgotam. Ir rotineiramente, algumas vezes durante a semana é garantia de pechincha e felicidade.

Em segundo lugar, a dica é ir nos sebos. Isso mesmo, os sebos têm uma grande variedade de livros baratos e em bom estado. E qual o problema se forem usados? Estão sempre em bom estado, não há mal nenhum. Muito pelo contrário, os benefícios são infinitamente maiores, pois não há paga maior que o prazer de poder ajudar a manter o legado e passar adiante a mensagem contida em cada livro.

Gostou do post? Achou relevante? Compartilhe com seus amigos!