Resenha: A guerra que salvou minha vida – Kimberly Brubaker Bradley

Livro: A guerra que salvou minha vida
Autor: Kimberly Brubaker Bradley
Número de páginas: 240
Editora: DarkSide
Onde comprar: Amazon | Saraiva

Sabe quando você termina um livro e tem vontade de abraçar o personagem? Foi assim que me senti quando terminei A Guerra Que Salvou Minha Vida.

O livro é ambientado no início da segunda guerra mundial. Vamos conhecer a história de Ada e Jamie. Eles são irmãos e moram em Londres com a mãe. Ada tem 10 anos, pelo menos é o que sua mãe diz, e nasceu com um pé torto. Devido a isto sua mãe tem vergonha dela, esconde Ada de todos e sempre que tem oportunidade a maltrata. Ada não sabe ler, escrever e não sabe o significado de várias palavras. A única vista que ela tem, é a da janela do apartamento, pois sua mãe não a deixa sair. Cansada de viver desse jeito, Ada tenta aprender a andar, obviamente, escondida da mãe.

Jamie é seu irmão mais novo. Ele tem uma vida “normal”. Brinca com os amigos na rua, vai a escola, mas também sofre com os a opressão da mãe. Ele e Ada são muito unidos.
Um dia Jamie retorna para casa dizendo que todas as crianças estão sendo evacuadas de Londres, pois a cidade foi ameaçada de um bombardeio. A mãe deles diz que apenas Jamie vai, porque ninguém vai querer Ada com o seu pé torto. Nesse ponto Ada vê uma oportunidade de escapar da mãe. Então ela e o irmão resolvem fugir, Ada consegue dar uns passos, mas a dor que ela sente no seu pé torto é quase insuportável. Apesar de tudo eles conseguem chegar ao vilarejo onde estão abrigando os refugiados e vão ficar as cuidados da srta. Susan Smith. Susan é solteira e não tem filhos, de início ela fica relutante para cuidar dos meninos, pois diz que não tem capacidade, mas acaba cedendo. A partir daí a vida de Ada, Jamie e até a de Susan começa a mudar.

“Quantos anos vocês têm?”
A pergunta me fez estremecer.
“O Jamie tem seis. A Mãe disse. Ele tem que ir pra escola.”
“Ele é muito pequeno pra ter seis.”
“A Mãe que disse.”
“E você é mais velha que ele, claro. Você não vai pra escola?”
“Não com esse pé feio”, respondeu o Jamie.
A srta. Smith deu uma bufada.
“O pé fica muito longe do cérebro.”

A guerra que salvou minha vida é simplesmente maravilhoso.

O livro é narrado pela Ada, o que torna a leitura mais fácil, mas ela é uma menina muito madura e calejada pelo sofrimento. Então se prepare para chorar. O melhor que é a autora não esqueceu que ela é uma criança, então no livro vamos ter algumas cenas mostrando a inocência e rebeldia da menina.
Apesar de se passar no início da segunda guerra mundial, o tema principal é a “guerra” de Ada com sua mãe. Enquanto muitas crianças que estão saindo de suas casas para se refugiar e achando isso uma tortura, Ada e Jamie vêem nisto uma salvação. O livro causa ao leitor um misto de sentimentos. A gente vê o descaso da mãe de Ada e Jamie, que não demonstra um pingo de amor pelos filhos, que os deixa ficar desnutridos e sujos. E a força de Ada, que apesar de ser uma criança, mostra ser muito madura.
Com personagens muito bem construídos e uma história envolvente a guerra que salvou minha vida, com toda certeza, entrou para minha lista de favoritos. É impossível não se emocionar logo nas primeiras páginas. Leitura obrigatória!

“Dei a mão a ela. Um novo e desconhecido sentimento me preencheu. Parecia o mar, a luz do sol, os cavalos. Parecia amor. Vasculhei minhas ideias e encontrei o nome. Felicidade.”

Você já leu? Me conta nos comentários o que achou.

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Cheirar livros: hábito, ritual ou complexo?

É leitor e nunca pensou em apreciar um livro novo com uma bela e caprichada cheirada? Então você está indo na contramão da maioria. Segundo enquete realizada em 2011 pela Livraria da Folha, cerca de 82% dos leitores costumam cheirar livros novos antes mesmo de começar a lê-los.

Uns chamam de mania, outros dizem que é vício, eu prefiro chamar de hábito.
A prática é bem peculiar, mas comum entre a maioria dos leitores. Cheirar livros é um ato normal e não tem nada a ver com complexos ou transtornos de qualquer natureza. Muitos cultivam o hábito desde a leitura de seus primeiros livros. Contudo, a disseminação dos meios digitais como as redes sociais, proporcionaram uma maior interação entre os leitores, que descobriram ter em comum as mesmas “estranhices”.

É importante salientar que a prática, apesar de bem peculiar, é saudável. Não causa danos à saúde (menos mal, pois o autor que vos fala também o faz).

Conceito global?

A enquete não tem o intuito de mostrar um conceito global, mas é reveladora em alguns aspectos. Nós que acompanhamos o mundo literário sabemos que num passado ainda recente havia a teoria de que, com a maior presença da tecnologia na vida das pessoas, os livros físicos ficariam obsoletos. Podendo ainda entrar extinção. Já pensou? Melhor nem cogitar isso! Hoje temos a comprovação de que era uma teoria errônea. Felizmente.

É crescente o número de livros físicos vendidos se comparados com os digitais.
Basta fazer uma breve pesquisa em algum grupo de leitores e logo serão listados inúmeros motivos que justificam a preferência da maioria. Com a ressalva de que, os livros digitais também têm ‘N’ vantagens e são de muita valia para o mundo literário.

Poucas coisas são tão prazerosas na vida quanto o barulho proporcionado pelo folhear das páginas de um livro. É terapêutico. O vento advindo do passar e repassar das páginas, sopra em nossos rostos sonhos que outrora habitavam o imaginário de alguém.

— O autor

9 estantes de livros que são um primor para os olhos

Chega um momento na vida de um leitor que ele tem que optar por substituir sua pequena prateleira de canto por uma estante mais espaçosa. Esse processo é evolutivo e prazeroso, pois é sinal de que a sua coleção cresceu e está em expansão. Estantes de livros, além de encantarem os olhos de quem vê, tornam mais charmoso o ambiente em que estão. A sequência de fotos mostra 9 estantes inspiradoras espalhadas pelo mundo. Confira abaixo: 

1 –  Estantes de livros + sala confortável 

 

Para começar, uma estante com arrumação feita totalmente de forma harmoniosa e agradável aos olhos. Separar livros por cor e tonalidade vai muito além de uma mania de arrumação. É um carinho na alma.

2 – Livros separados por cor

 

Este é um ambiente totalmente reconfortante aos olhos de quem gosta de conforto, paz e silêncio para apreciar uma boa leitura. 

3 – Muitos compartimentos

 

Uma estante cheia de compartimentos é agradável esteticamente aos olhos e permite uma melhor praticidade na organização dos livros. Além de, se o leitor preferir, pode aproveitar alguns dos compartimentos para colocar enfeites intercalados com os livros. 

4 – Ao lado da poltrona

 

Seria meu sonho?
Se ter uma estante em casa é bom, imagine ter uma estante ao lado de uma poltrona quentinha e confortável. Melhor que isso, só ter uma estante ao lado de uma poltrona e uma cafeteira express bem abastecida. 

5 – Branquinha e espaçosa 

 

Uma estante em cor levemente ambientada e com espaço o suficiente para colocar coleções inteiras. Vamos combinar que espaço é essencial quando o assunto é estantes de livros. 

6 – Tons rústicos 

 

Que tal uma estante elegante assim? Quem aprecia a beleza dos tons e ambientes aparentemente envelhecidos certamente terá dilatação de pupilas só de pensar na ideia de ter uma igual. É terapêutico, nostálgico e inspirador.

7 – TV ao lado 

 

Livros, filmes e séries são paixões comuns a muitos leitores. Ter uma TV ao lado da estante é realizar o sonho de poder fazer maratonas diárias de leitura e séries sem precisar sair do lugar. É a união entre o útil, o agradável e o super agradável. 

8 – Quase totalmente cheia

 

Por falar em coisas agradáveis, que tal uma estante repleta de livros? Esta está tão abarrotada que mal sobra espaço para outros. Acho que vai ser preciso montar outra estante…

9 – Ao ar livre 

 

Ler ao ar livre proporciona um bem-estar sem tamanho. Quem nunca quis montar uma ou várias estantes de livros num jardim, não sabe o que é querer sonhar ao ar livre. Na foto, a iniciativa digna de aplausos de alguém que, com coragem e criatividade, conseguiu ir além da imaginação. A estrutura, além de prateleiras espaçosas deve contar com cobertura e proteção contra as ações do sol e da chuva. 

 

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Todo mundo amou, menos eu: A culpa é das estrelas, Jonh Green

A culpa é das estrelas é um best-seller e foi definido como “Brilhante” pela ENTERTAINMENT WEEKLY. Eu não sei vocês, mas só com essas informações eu espero que o livro seja maravilhoso. Depois de muitas pessoas me indicarem, acabei comprando e li no início desse ano (um pouco atrasada, talvez).

Bom, o livro é narrado pela protagonista, Hazel Grace. Ela tem 16 anos e tem câncer terminal nos pulmões. Hazel não sai de casa, sempre lê o mesmo livro, passa grande parte do seu tempo deitada na cama e pensando na morte. Sua mãe acha que ela está deprimida e a obriga a ir a um grupo de apoio. Nesse grupo ela conhece Augustus Waters (que todos chamam de Gus). Gus tem 17 anos e tem cancêr nos ossos, devido a isto perdeu uma perna, mas até então ele não sente mais nenhum desconforto por causa da doença. Logo que eles se conhecem tem a tal química e ficam muito próximos. Hazel apresenta seu livro favorito para Gus, chamado “Uma Aflição Imperial” do Peter Van House, e Gus também passa a amar o livro. A partir daí eles tentam fazer contato com o autor, porque o livro termina no meio de uma frase e eles querem saber realmente o final do livro. Depois de vários e-mails, Peter Van House os convida para ir a Amsterdã visita-lo.

A trama do livro gira em torno este enredo basicamente. Como a narração é feita por Hazel, a leitura não é difícil. Tanto ela como o Gus são adolescentes maduros, porém alguns diálogos são um pouco exagerados para dois adolescentes. A culpa é das estrelas tem muitas frases de efeitos, até quem não o leu conhece a frase:

“Alguns infinitos são maiores que outros.”

O enredo todo do livro é sem surpresas, mas as coisas previsíveis que acontecem no decorrer dos últimos capítulos me incomodaram bastante. Parece que o escritor vai lhe preparando para o final e você já sabe o que vai acontecer. Fica um pouco sem graça. 

Eu costumo gostar de histórias um pouco clichês, mas ‘a culpa é das estrelas’ não é um dos que eu indicaria para alguém. Apesar de ser uma leitura fácil, a história não me prendeu muito. O humor negro presente em alguns personagens é um pouco forçado. Achei o final um pouco vago, como se faltasse algo.
Não considero A Culpa é das Estrelas um livro brilhante. Não é um livro ruim, talvez para quem está começando a ler agora ou para o público adolescente, seja uma boa história. Fui cheia de expectativa e realmente o livro não foi tudo aquilo que eu esperava. Se fosse para avaliar, eu daria no máximo nota 5.

Se você tiver uma opinião diferente ou compartilha do mesmo sentimento, me conta nos comentários.

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Top 3 livros que me fizeram chorar

Alguns livros são tão emocionantes, que fazem com que a gente se sinta parte da história também. Se o personagem sofre, sofremos juntos. Se tem final feliz, a gente fica feliz como se fosse um amigo nosso. O post de hoje é um dica de três livros tão lindos e emocionantes que fazem muita gente chorar.

Preparem os lencinhos!

1. Como eu era antes de você – Jojo Moyes

Neste livro vamos conhecer a história de Louisa Clark. Ela tem 26 anos, mora com os pais e de repente se vê sem rumo quando perde o emprego de garçonete que tinha no café da sua cidade. Lou não tem muitas qualificações (mas é um amor de pessoa), logo ela consegue um trabalho como cuidadora de um tetraplégico chamado Will Traynor. Will tem 35 anos, é inteligente, rico e super mal-humorado, pois não aceita seu atual estado, que é ficar preso numa cadeira de rodas dependendo de todos para fazer até as coisas mais básicas. Antes Will era bastante ativo, praticava esporte, fazia viagens, mas depois do acidente que o deixou tetraplégico ele não vê mais razões para continuar vivendo, tudo para ele é sem graça e sem vida. Quando Lou chega na casa dele, as coisas parecem mudar e Will aparenta ficar mais feliz. Esse é um romance bem divertido, os personagens são bem construídos e algumas partes do livro são de deixar qualquer um de coração partido e lágrimas escorrendo pelo rosto (ou deixar alguns leitores com muita raiva).

2. A Cabana – William P. Young

Conta a história de Mack e sua família. Durante uma viagem de férias sua filha caçula Missy desaparece. Algumas horas depois a polícia encontra evidências de que ela foi brutalmente assassinada e abandonada numa cabana. É uma perda dolorosa e mexe muito com Mack, que se afunda numa grande tristeza. Em meio a essa tristeza Mack recebe um bilhete aparentemente vindo de Deus o convidando a voltar ao local do assassinato de sua filha.
O livro trás um questionamento feito por muitos: “Se Deus é tão poderoso e tão cheio de amor, por que não faz nada para amenizar a dor e o sofrimento do mundo?”
As respostas vinda de Deus vão mudar a vida de Mack completamente e talvez até a sua vida. É um livro sobre amor, perdão e confiança em Deus.

3. O menino do pijama listrado – John Boyne

Esse é um livro sobre segunda guerra mundial. Foi um dos primeiros livros que eu li sobre o tema e foi muito marcante.
O livro todo é narrado por Bruno, um menino que tem 9 anos. Ele é obrigado a se mudar com sua família da sua espaçosa casa em Berlim para um lugar deserto e sem nenhuma criança para lhe fazer companhia. Agora na sua atual casa, ele consegue ver através da janela do seu quarto uma cerca e por trás dela várias pessoas vestidas num pijama listrado e fica curioso para saber o que está acontecendo. Um dia Bruno resolver brincar de explorador e caminha até onde as pessoas de pijama listrado moram. Nessa andança Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. A partir daí nasce uma amizade linda. Porém o que Bruno não sabe é que seu país está em guerra, que existe uma terrível “Solução Final contra os judeus” e que as pessoas de pijama na verdade são prisioneiros.

Essas são as dicas de leitura para hoje. Se já tiver lido algum livro que tenha deixado seu coração em pedaços, conta nos comentário.

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Resenha: Resistência – Affinity Konar

Livro: Resistência
Autor: Affinity Konar
Número de páginas: 320
Editora: Fábrica231
Onde comprar: Amazon

Resistência é um livro sobre a segunda guerra mundial. Relata a história das irmãs gêmeas, Pearl e Stasha, que juntamente com sua mãe e seu avô são levados pelos nazistas para Auschwitz.
Quando eles chegam no campo de concentração, as gêmeas são separadas da mãe e ficam aos “cuidados” de Josef Mengele, o médico de Auschwitz mais conhecido como Anjo da morte. Mengele pegava as pessoas que lhe chamavam a atenção, como gêmeos idênticos, albinos, anões, e colocavam no campo num lugar em que chamavam de zoológico. Com essas pessoas ele fazia experimentos, nos quais não tinha nenhuma finalidade médica, era apenas para causar dores.

“Para onde quer que olhássemos, havia um duplo, uma idêntica. Todas meninas. Meninas tristes, meninas pequenas, meninas de lugares distantes, meninas que podiam ser do nosso bairro. Algumas dessas meninas estavam quietas, pousavam feito passarinhos em seus colchões de palha e nos examinavam. Quando passamos por elas em seus poleiros, vi as escolhidas, as selecionadas para sofrer certas coisas enquanto suas duplas continuavam intocadas. De quase todos os pares, uma gêmea tinha a coluna defeituosa, uma perna quebrada, um tampão no olho, um ferimento, uma cicatriz, uma muleta.”

Pearl e Stasha são muito unidas e inseparáveis. Elas buscam sempre estar juntas e se apegam as boas memórias do passado para aguentar todo o sofrimento. Mengele faz diversos experimentos com as gêmeas, mas faz com que Stasha acredite que ela é a favorita dele dentre todas as pessoas do zoológico.

A inocência de Stasha faz com que ela acredite nele e permite que ele faça todos os experimentos possíveis nela, crendo que ele não irá machucar tanto sua irmã Pearl. Porém um dia, Pearl desaparece sem deixar nenhuma pista. Stasha fica muito deprimida e querendo se vingar do médico que fez coisas horríveis com elas. Ela pensou até em matar Mengele. Apesar de tudo, ela ainda acredita que a irmã está viva.
O livro é narrado pelas meninas, alguns capítulos pela Pearl e outras pela Stasha. Apesar do livro ser narrado por crianças de 12 anos, não pense que será uma leitura leve. Existe sim a inocência das meninas, mas elas relatam muito bem a tortura que sofreram em Auschwitz.

Emoção a cada parágrafo

Resistência é aquele livro ideal para quem gosta de histórias inspiradas na segunda guerra mundial. É impossível não se emocionar com cada parágrafo. A gente já começa se apaixonando pela capa do livro e termina o último parágrafo com os olhos cheios de lágrimas.

“(…) mas sempre acreditei na capacidade do mundo de se endireitar assim, com um simples ato de bondade.”

Vale ressaltar que Resistência foi inspirado em uma história real das gêmeas Eva e Miriam Mozes. Esse fato torna o livro ainda mais emocionante.

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10 trechos de livros marcantes (pra guardar)

Todo leitor tem na memória aqueles trechos de livros que, de alguma forma, foram inspiradores ou que trouxeram alguma reflexão, pois “o livro fala e a alma responde”.
No post de hoje vou compartilhar com vocês alguns trechos que foram marcantes, para você guardar na memória e no coração.

 

1. Faça amor, não faça jogo – Ique Carvalho

“É importante tempo para dizer às pessoas que você as ama, e o quanto você as ama, enquanto elas ainda podem te ouvir.”

2. A menina que roubava livros – Marcus Zusak

“Uma pessoa triste tentando fazer a outra pessoa triste sorrir. Isso se chama amizade, a verdadeira amizade.”

3. Resistência – Anthony Doerr

“(…) mas sempre acreditei na capacidade do mundo de se endireitar assim, com um simples ato de bondade.”

4. A Cabana – William P. Young

“Quando tudo o que conseguimos ver é só a nossa dor, talvez seja aí que perdemos a visão de Deus”

5. Harry Potter e as relíquias da morte – J. K. Rowling

“Palavras são, na minha nada humilde opinião, nossa inesgotável fonte de magia. Capazes de formar grandes sofrimentos e também de remediá-los.”

6. Extraordinário – R. J. Palacio

“Quando tiver que escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil.”

7.  A Culpa é das Estrelas – John Green

“Ás vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convence de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam.”

8. Para onde vai o amor? – Fabrício Carpinejar

“Obrigar o outro é desamor.”

9. A Cabana – William P. Young

“Bom, às vezes a vida é dura, mas eu tenho muita coisa para agradecer.”

10. As Crônicas de Nárnia – C. S. Lewis

“Quando as coisas vão mal, parece que vão de mal a pior durante certo tempo; mas quando começam a ir bem, parecem cada vez melhores.”

Quer compartilhar algum trecho que te marcou? É só deixar nos comentários.

Leia também: 5 fatos que comprovam que leitores são melhores pessoas

5 fatos que comprovam que os leitores são as melhores pessoas

Se os leitores são ou não as melhores pessoas, os fatos estão aí para comprovar. Não vê quem não quer enxergar. A lista de qualidades, peculiaridades e bons exemplos é extensa. Abaixo estão listados 4 fatos que dizem muito sobre o comportamento de um leitor.
Melhor conferir:

1 – Simpatia e senso de humor

Os leitores são extremamente sociáveis e bem-humorados. Veja essa moça tentando socializar com… ops, é uma estátua, moça!? Error 404 

2 – Pensando no crush literário 

Um alerta sobre pessoas que você encontrar aos suspiros no metrô, ônibus ou fila do dentista: essa pessoa, muito provavelmente, está pensando no crush literário. Talvez essa seja a quarta paixão dos livros só esse mês. Os leitores são ou não são apaixonan… digo, “apaixonáveis”?

3 – Fotos com coraçõezinhos fofos s2 

Tanta paixão por livros que às vezes não cabe em si e transborda em forma de coraçãozinho no caderno, paredes ou em fotos. A criatividade, como o amor, não tem limites. E por que teria?

4 – Parece NERD, é taxado de NERD, mas não é NERD

Usa óculos, está sempre lendo, conhece e usa vocabulário rebuscado, transmite um ar de inteligência. Prazer, leitor (salvo exceções). Se você ainda não foi taxado de NERD por gostar de livros, a probabilidade de que isso aconteça é bem real. Há os que, à primeira vista, imaginam quartos repletos de imagens geeks, posters sobre tecnologia, robótica e astronomia. Mas o leitor é um ser resiliente e usa o bom e velho sarcasmo para se esquivar de tais situações.

5 – Votamos “sim” por um mundo menos barulhento

Os leitores sabe bem a importância do silêncio nas horas certas. O barulho é inimigo da concentração e sem se concentrar, não há quem consiga absorver uma leitura. Sem contar que é irritante até para praticar outras atividades. Por isso os leitores, estejam onde estiverem, no alto de sua militância em prol de um mundo menos barulhento, jamais exitarão em encher os pulmões e soltar o seu mais profundo: ssssshhh!

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Os preços dos livros no Brasil podem ser usados como argumento para não ler?

Entra ano e sai ano, não é novidade pra ninguém que os índices de leitura no Brasil estão baixos, ou muito baixos. Apesar de os dados apontarem um aumento de 6% no índice de leitores entre os anos de 2011 e 2015 (fonte: Pró-Livro), o número ainda é bastante tímido em relação à média dos países desenvolvidos. O Brasil ocupa apenas o 27° lugar num ranking que mede o tempo de leitura semanal por pessoa. O ranking conta com 30 países. Mas o que pode estar por trás dessa tão alta rejeição dos livros por parte dos brasileiros? 

Entre as desculpas mais usadas pelos brasileiros está a de que os livros vendidos em território nacional são um pouco caros demais. Mas será que o preço dos livros é mesmo um argumento válido para não ler? A resposta é um sólido “não”. É um argumento totalmente refutável, uma vez que, atualmente existem inúmeras alternativas para começar a ler a qualquer momento e de forma gratuita.

Existem ‘N’ formas de ler uma infinidade de livros sem pagar absolutamente nada. As bibliotecas municipais, por exemplo. Estas disponibilizam livros para ler no local ou até para empréstimos, mediante o preenchimento de uma inscrição do interessado. O sistema de empréstimos é totalmente simplificado e ainda dá a possibilidade de o leitor renovar o prazo do empréstimo, caso queira. É importante sempre estar de olho no regulamento da biblioteca para não infringir, mesmo que sem querer, as regras.

Para os que têm acesso à Internet, as possibilidades são ainda mais abundantes. Sites como Domínio Público disponibilizam uma grande parte dos livros de alguns escritores famosos, em PDF e outros formatos digitais, para serem facilmente baixados e lidos em qualquer lugar. 

A Internet como grande aliada

Por último, existem redes sociais e aplicativos onde autores disponibilizam suas obras (ou parte) para leitura gratuita. No seguimento destacam-se o Skoob, Livreto e Wattpad. São locais onde leitores encontram autores e vice-versa. É uma forma válida e eficaz de divulgar o trabalho de escritores ainda desconhecidos, mas com talento de sobra a ser mostrado. Vale a pena conhecê-las.

Os meios alternativos citados estão cada vez mais populares entre os leitores do Brasil. São formas totalmente legais e que realmente funcionam para muita gente. Portanto, o argumento de que os livros são caros é desculpa para esconder o real motivo existente: o desinteresse.